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Educação - Mais Gabinetes de Apoio ao Aluno e Família contra absentismo - IAC
 
A presidente do Instituto de Apoio à Criança (IAC) defendeu hoje o alargamento a todo o país dos Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) para prevenir problemas como o absentismo escolar e a violência.

Na abertura do fórum "Prevenção primária no contexto escolar - educar e prevenir", que hoje e terça-feira se realiza em Lisboa, a presidente do IAC, Manuela Eanes, realçou o trabalho dos GAAF e a necessidade de alargar os mais de 30 gabinetes existentes a todo o país.

De acordo com o secretário-geral do IAC, Miguel Coutinho, os GAAF têm sido uma "boa prática", dado que nas escolas em que eles existem tem diminuído o abandono e o insucesso escolar, bem como a violência.

Os GAAF, projecto promovido pelo IAC, intervêm nas escolas para apoiar os alunos na procura de resolução dos seus problemas quotidianos, combater o absentismo e o abandono escolar e estabelecer estratégias de intervenção de combate à exclusão social dos estudantes e das suas famílias.

Além de promoverem uma relação família, aluno, escola, os GAAF têm uma rede social composta por várias instituições como o Ministério da Educação, Segurança Social, Instituto das Drogas e Toxicodependência (IDT), Plano para a Eliminação da Exploração do Trabalho Infantil, centros de saúde, câmaras municipais e comissões de protecções de menores.

O que se pretende com os GAAF é criar uma "envolvência afectiva" junto da população alvo, segundo Manuela Eanes, para quem problemas como a violência e o absentismo não se resolvem com grades nem com polícias nas escolas, mas através da prevenção.

"É preciso criar condições para que as crianças sejam mais felizes", disse a presidente do IAC, realçando a necessidade de prevenir o problema em vez de o resolver quando ele já eclodiu.

Miguel Coutinho explicou que o trabalho destes gabinetes começa logo que uma criança falta às aulas sem justificação.

A partir daí, os elementos do gabinete vão procurar junto da família o porquê da falta, explicou, adiantando que são as escolas que lançam o alerta.

De acordo com a responsável pelo Plano para a Eliminação da Exploração do Trabalho Infantil, Joaquina Cadete, todos os anos quatro mil alunos abandonam a escola.

Segundo Joaquina Cadete, o Plano consegue dar resposta a cerca de 50 por cento destes alunos, integrando-os no Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF).


Lusa

 

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