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Benfica encerra ano com triunfo frente ao difícil Nacional
 
Dois meses depois de o Nacional ter perdido no Estádio da Luz para o campeonato, a equipa voltou a conhecer a derrota esta segunda-feira perante o mesmo adversário, agora na Madeira e para a Taça da Liga (0-1). Uma primeira parte intensa do Benfica e um autogolo de Mexer acabaram por ser suficientes para a equipa de Jorge Jesus entrar com o pé direito numa competição que já rendeu quatro troféus ao Museu Cosme Damião.

O ritmo que o Benfica imprimiu ao encontro logo após o apito inicial apanhou de surpresa o Nacional, que resistiu até onde pôde, mas sempre perigosamente recuado no terreno. A velocidade e a grande mobilidade das unidades mais ofensivas dos lisboetas abriam espaços na defensiva insular, mas o último passe deitava tudo a perder.

E seria mesmo o Nacional a criar as duas melhores ocasiões para marcar, nas raras vezes que conseguiu contra-atacar com sucesso durante a primeira meia-hora, com Rondón (13’) e Lucas João (21’) a falharem na finalização.

Dois lances que não intimidaram os “encarnados” que, aos 31’, chegaram à vantagem. Nico Gaitán, perto da bandeirola de canto, ganhou espaço para um cruzamento tenso, que a cabeça de Mexer transformou num remate, batendo o seu guarda-redes.

Markovic e Gaitán eram os mais determinados da equipa de Jorge Jesus durante a primeira metade, destacando-se também a espaços o lateral-esquerdo Siqueira, recuperado para esta partida, após mais de um mês de ausência por lesão. O brasileiro foi uma das novidades da defesa para este jogo, que contou ainda com Jardel, no eixo (Luisão ficou em Lisboa, tal como Matic), na companhia de Garay (que passou a ser o jogador mais utilizado esta temporada) e Sílvio no lado direito (jogara em Setúbal na lateral esquerda).

No segundo tempo, o Nacional, que já esboçara uma reacção à desvantagem no final da primeira metade, subiu no terreno com mais unidades, conseguindo criar algumas dificuldades ao sector mais recuado dos “encarnados”. A partida perdeu algum ritmo e espectacularidade, com a equipa lisboeta a procurar gerir o resultado, mas a não conseguir matar o jogo.

Aos 57’, João Aurélio (que entrara instantes antes para o lugar de Rondón) obrigou Oblak a uma grande defesa, deixando o primeiro aviso da equipa da casa. A transfiguração dos nacionalistas tornou-se mais evidente após a entrada de Jota para o lugar de Miguel Rodrigues, aos 63’. Multiplicaram-se as incursões dos madeirenses, sem grande reacção da equipa de Jorge Jesus.

O treinador benfiquista terá perdido toda e qualquer despreocupação, quando viu Lucas João atirar de calcanhar uma bola ao poste, aos 75’. Foi a melhor hipótese do Nacional para chegar a um empate que acabou por não surgir.


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